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Alimentação Escolar. Foto Thiago MarthendalCom a proposta de incentivar uma cultura nutricional e ambiental para os estudantes desde os anos iniciais do ensino fundamental, a Secretaria de Estado da Educação investiu R$ 126.292.129,10 na alimentação escolar em 2017. Por meio do Programa Estadual de Alimentação Escolar (Pnae), que contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis e mostra o caminho para o desenvolvimento sustentável, a agricultura familiar também ganhou força.

Neste ano foram assinados contratos com 30 Cooperativas de Agricultores Familiares para fornecimento de gêneros alimentícios para a alimentação escolar dos mais de 504 mil alunos da Rede Estadual de Ensino.

A compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar para a alimentação escolar é uma exigência da Lei Federal 11.947 de 2009, que requer que pelo menos 30% dos recursos repassados pelo Governo Federal, para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), sejam investidos pelo Estado na compra de produtos diretamente da agricultura familiar. “Graças ao trabalho da equipe da Secretaria, hoje Santa Catarina ultrapassa essa cota, com a compra de cerca de 40% dos agricultores familiares. O Estado é referência nacional e tem sido exemplo para implantação dessa prática em outros estados brasileiros”, explica o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps.

Contagem da alimentação

Com a ideia de economizar até 10% dos recursos aplicados na alimentação escolar em 2017, que foi de R$130 milhões, as Diretorias de Articulação com os Municípios e de Tecnologia e Inovação, responsáveis pelo gerenciamento do sistema, criaram um novo método para a contagem de refeições servidas aos alunos, tornando o processo mais ágil, econômico e transparente.

O aplicativo, que faz o cálculo automático, foi desenvolvido em parceria com o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc). “Neste primeiro momento, 270 escolas da rede estadual de ensino com mais de 900 alunos têm acesso ao aplicativo, e até o final de 2018 todas as escolas passarão a utilizar o novo sistema”, afirma Osmar Matiola, diretor de Articulação com os Municípios.

A contagem é feita por meio das câmeras digitais de tablets via QR Code ou por código de barras. Os dados são transferidos para o sistema de registros da alimentação escolar, indicando a quantidade de refeições de cada estudante em cada escola. O objetivo é evitar desperdícios e calcular precisamente os valores investidos em alimentação.

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