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Vacina contra o sarampo Foto Ricardo Wolffenbuttel SecomReforçar a necessidade de as escolas públicas e privadas solicitarem aos responsáveis a Carteira de Vacinação no ato da matrícula ou rematrícula. Esse é o principal objetivo de uma Nota Técnica Conjunta emitida esta semana pela Secretaria de Estado da Educação (SED) e pelas Diretorias de Vigilância Sanitária e Epidemiológica, vinculadas à Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Após identificar que o Estado teve uma redução nas coberturas vacinais nos últimos anos, a SES busca reforçar a importância de que os pais e responsáveis cumpram o calendário básico de vacinação para crianças e adolescentes. O órgão ressalta que não só a pandemia de Covid-19 impactou nas ações de imunização, mas também a falsa sensação de segurança causada pela diminuição ou ausência de doenças como poliomielite, varicela, sarampo, tétano e outras.

Dessa forma, ambas as secretarias reforçam a necessidade das escolas públicas e privadas seguirem o estabelecido na legislação estadual, solicitando aos pais ou responsáveis legais a Carteira de Vacinação no ato da matrícula ou rematrícula. A SED destaca que a carteira, além de outros documentos exigidos, deve ser apresentada na direção da unidade escolar até o dia 07 de dezembro de 2021. 

As vacinas incluídas no calendário básico de vacinação para crianças e adolescentes consideram o risco, a vulnerabilidade e as especificidades sociais, e estão detalhadas na tabela disponível neste arquivo.

Covid-19
Até o presente momento, as vacinas contra a Covid-19 têm sido utilizadas como uma das principais estratégias para o enfrentamento da pandemia, tendo o uso autorizado no Brasil pela Anvisa para pessoas com 12 anos ou mais, no caso da Pfizer, e 18 anos ou mais, no caso da AstraZeneca/Fiocruz, Sinovac/Butantan e Janssen.

Apesar de ainda não fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação, a imunização de adolescentes de 12 a 17 anos contra a Covid-19 é fortemente recomendada como medida de saúde pública para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos nessa faixa etária, além de auxiliar na imunização coletiva da população, protegendo os menores de 12 anos que ainda não têm vacinas autorizadas neste momento.